Vejo-te como num filme, numa tela gasta onde, ausentes, nos encerra um mundo que absorveu toda a realidade distante e o rasto de tudo quanto já fomos. Não sentes. Sou só eu. Estou doente. Provoco a memória para que subsista. Não do passado longínquo, mas do riso e do fôlego cheio que já senti. Contigo. Saíste vitorioso. Diz-me, qual é a glória suprema de quem assimila o limbo como verdade (também ela) suprema? Erro crasso. O meu, talvez. Não sou aquilo em que quero acreditar. Sou o que sou. E tu, és o que és. Time out.
Para sempre acabou por ser demasiado tempo.
3 comments:
Temos de almoçar... já!
beijos preocupados
hummmmm tinha tantas saudades tuas mas não gosto de te ver assim
beijos a matar saudades
Mas mais vale acabar as coisas quando têm de acabar, do que tentar empurrá-las com a barriga, como se costuma dizer.
Força Xu!
Bjs!
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