E, ao fim de tantos meses, posso dizer que não deixei de te amar e muito menos te esqueci... mas dei conta que, aos poucos, o meu coração começa a bater lentamente e as borboletas na barriga ficam mais fortes quando dou por mim a pensar num outro nome que não o teu.
Não o desejo nem o quero, mas agarro-me a esta euforia adolescente para que, finalmente, me (te/nos) consiga libertar.
Ao mesmo tempo não deixa de ser triste. Porque eu seria capaz de te amar uma vida inteira, se assim o quisesses.
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NOT!
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