Olhou-o. Com uma espécie de desejo, medo e contemplação. Pelo momento. Pelo que foi vivido e por tudo o que aí vem. Pela primeira vez deixou de mentir a si própria e, no fundo do coração, deixou que a porta se abrisse aos poucos para deixar que borboletas lhe entrassem pela casa adentro e a deixassem num estado a que chamou de "
país cheio de cor".
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